Hotéis em 3x sem entrada e sem juros
O Melhor Preço e o melhor Serviço
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APRESENTAÇÃO
Bem Vindo ao nosso Hotel
A arte em acolher e o prazer em lhe receber, são o nosso maior prazer.
O primeiro Hotel da rede Othon em São José dos Campos oferece uma incomparável hospitalidade.
A nossa localização favorece tanto quem viaja a trabalho ou lazer.
Possuímos o conforto e o lazer que você e sua família merecem.
LOCALIZAÇÃO
A localização do Intervale Othon Travel, é ideal para quem viaja a trabalho, bem ao lado do centro empresarial e próximo de diversas áreas de concentração de negócios, estando a 10 minutos do aeroporto.
ACOMODAÇÕES
Hotel executivo com 94 apartamentos e suítes.
Todos com ar condicionado, fechaduras eletrônicas, conexão para computador, linha de telefone com discagem direta.
E muito mais conforto e segurança, criando um ambiente acolhedor, e a certeza de que você está no lugar certo.
GASTRONOMIA
-RESTAURANTE
O restaurante Intervale alia pratos com sabores da culinária regional, com tempero bem brasileiro.
O buffet é apresentado de forma variada, primando pelo atendimento personalizado, em um ambiente acolhedor.
Venha desfrutar as delícias de nosso restaurante !
LAZER
A área de lazer, com uma decoração despojada, onde é possível relaxar desfrutando de uma vista panorâmica. Podendo usufruir de sauna a vapor, piscina, ou exercitar o corpo no fitness center.
GRUPOS & MEETINGS
Convenção e eventos sob medida para sua empresa.
Possui 4 salas de eventos, que somadas tem capacidade para 310 pessoas. E ainda business center com completa infra-estrutura para negócios.
-Sala Caraguá
A maior sala do Intervale Othon Travel, a sala Caraguá possui área de 95m².
-Sala São Sebastião
Uma aconchegante sala do Intervale Othon Travel, conta com a área de 49,64m².
-Sala IlhaBela
Segunda maior sala do Intervale Othon Travel, a sala Ilha Bela possui área de 65,43 m².
-Sala Ubatuba
Uma das quatro salas do Intervale Othon Travel, a sala Ubatuba possui área de 55m².
ROTA TURÍSTICA
-SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Fundação : 27/07/1767
Altitude : 600 m
População : 538.909 habitantes
Homens : 266.085
Mulheres : 272.824
Área Total :1.099,6 km²
Dens. Demográfica : 490,10 hab/km²
-Histórico
O território joseense foi inicialmente ocupado por uma fazenda de pecuária criada oficialmente a partir da concessão de sesmarias, por volta de 1590, a pedido de padres jesuítas. Essa fazenda localizava-se às margens do Rio Comprido, hoje divisa natural entre São José dos Campos e Jacareí.
A classificação como fazenda de gado foi um artifício usado pelos jesuítas para ocultar dos bandeirantes uma missão catequetética.
A Lei de 10 de setembro de 1611 que regulamentava a instalação de aldeamentos de índios dispersos, administrados por religiosos, transformou oficialmente a fazenda em missão de catequese. Esse fato causou desagrado aos colonos que muito necessitavam da mão de obra indígena e que tiveram suas ações dificultadas. O resultado desse conflito entre religiosos e colonos culminou com a expulsão dos jesuítas em 1640 e a conseqüente extinção da missão pela própria dispersão dos aldeados.
Alguns anos mais tarde, com o esquecimento da expulsão por parte dos paulistas, os jesuítas reapareceram no Vale do Paraíba em nova sesmaria, distante cerca de 15 km a nordeste da aldeia velha, onde hoje se encontra o centro comercial. Do novo local tinha-se uma visão privilegiada da área que circundava a aldeia nova, garantindo maior segurança contra invasões, enchentes e permitindo boa ventilação e insolação. Apesar de ser uma nova missão, era oficialmente tratada como fazenda de gado.
Sabe-se ainda que a organização urbana no plano teórico e prático da aldeia, é obra atribuída ao padre jesuíta Manoel de Leão, cuja principal ocupação era a de ser administrador, estando em São Paulo desde o ano de 1663, encontrava-se à frente das fazendas mais remotas. Entre estas, figurava-se o aldeamento em solo joseense. Em 1692 essa aldeia aparece com o nome de Residência do Paraíba do Sul e em 1696 como Residência de São José.
Com o início do ciclo da mineração, o aldeamento passa por sérias dificuldades devido a saída de braços para o trabalho nas minas. Nota-se, ainda, por parte dos padres um certo abandono em relação ao destino da aldeia. Após a expulsão dos jesuítas do Brasil em 1759, todos os bens dessa ordem religiosa, tais como fazendas, colégio e aldeias passaram para a custódia da Coroa. Esta determinou ao governador, D. Luis Antonio de Souza Botelho Mourão, o Morgado de Mateus, que tornasse essas novas propriedades produtivas. O governador pediu e obteve do Vice-Rei autorização para criar Freguesias e Vilas.
A 27 de julho de 1767 foi formalizada a ereção da Aldeia em Vila de São José do Paraíba.
A emancipação à categoria de Vila não foi um fator determinante para o seu progresso, que por muitos anos manteve as mesmas características de uma pequena vila com predominância do setor rural. A principal dificuldade de São José era o fato de a Estrada Real passar fora de seus domínios. Em meados do século XIX, a Vila de São José do Paraíba já demonstrava alguns sinais de crescimento econômico com o desenvolvimento da agricultura.
O algodão teve uma rápida evolução na região quando São José conseguiu algum destaque e cuja produção atinge seu apogeu em 1864. Nesse mesmo ano, a 22 de abril, a Vila é elevada à categoria de cidade. E, em 1871 recebe a atual denominação de São José dos Campos, seguida pela criação da Comarca em 1872. Quase simultaneamente, há o desenvolvimento da cultura cafeeira no Vale do Paraíba que começa a ter alguma expressão a partir de 1870, já contando, inclusive com a participação de São José.
No entanto, foi no ano de 1886, quando já contava com o apoio da Estrada de Ferro inaugurada em 1877, que a produção cafeeira joseense teve seu auge, mesmo num momento em que já acontecia a decadência dessa cultura na região, conseguindo ainda algum destaque até por volta de 1930. A procura do município de São José dos Campos para o tratamento de tuberculose pulmonar, teria se tornado perceptível no início deste século, devido às condições climáticas supostamente favoráveis.
Entretanto, somente em 1935, quando o município foi transformado em Estância Hidromineral, que São José passou a receber recursos oficiais que puderam ser aplicados na área sanatorial. Com o advento dos antibióticos nos anos 40, a tuberculose começa a receber tratamento ambulatorial, caracterizando assim o fim da função sanatorial até então exercida por São José, num momento que já é crescente a vinda de estabelecimentos industriais para a cidade.
O processo de industrialização do município, toma impulso a partir da instalação do Centro Técnico de Aeronáutica-CTA, em 1950 e também com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra, possibilitando assim uma ligação mais rápida entre Rio de Janeiro e São Paulo e cortando a parte urbana de São José dos Campos.
A conjunção desses fatores permitiu que o município caminhasse para o potencial científico-tecnológico em que se encontra.
-Região Administrativa
O Estado de São Paulo está dividido político-administrativamente em 11 regiões, sendo São José dos Campos Sede da 3ª Região Administrativa e Integrada por Municípios de todo o Vale do Paraíba Paulista e Costa Norte.
-Formação Administrativa Municipal
Oficialmente, o município é constituído por três Distritos: São José dos Campos (sede), Eugênio de Melo e São Francisco Xavier. O Distrito de São José dos Campos é subdividido em dois Subdistritos: 1º Subdistrito de São José dos Campos e 2º Subdistrito de Santana do Paraíba. Para melhor administrar o município de São José dos Campos, o Poder Público dotou os Distritos de Eugênio de Melo e São Francisco Xavier de Administradoeres Distritais, enquanto que o Distrito sede foi dividido em quatro Regionais: Centro, Leste, Norte e Sul.




